Cid Carvalho diz que enredo da Beija-Flor não tem semelhança com Ratos e Urubus

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     Gabriel David, supra-administrador da Beija-Flor acompanhou, a entrevista coletiva de Cid



Regressando para Beija-Flor, o carnavalesco Cid Carvalho conversou
com o site CARNAVALESCO sobre as qualidades do samba campeão
e a preparação da escola para o desfile de 2018. Ele explicou que o
enredo da escola de Nilópolis não tem nenhuma relação com ‘Ratos e
Urubus’ assinado por Joãosinho Trinta, em 1989.
– Não tem nada a ver com ‘Ratos e Urubus’. É uma Beija-Flor nova
em todos os sentidos. O próprio olhar da direção é um olhar

diferenciado. Nós estamos nos recuperando do último desfile, o que
houve de positivo e funcionou de verdade. Vamos aprimorar o que
poderia ter funcionado e não funcionou. Vamos vestir a Beija-Flor
com uma roupagem popular. ‘Ratos e Urubus’ era outra pegada, mas
hoje estamos com outra proposta. Por isso, o samba tem que ter
pegada. A Beija-Flor vai fechar o carnaval – disse.
Fazendo coro com todo o mundo do samba, Cid Carvalho lamentou o
fim do ensaio técnico, mas exaltou a seriedade de sua escola nos
seus ensaios.

– É péssimo. O ensaio técnico era o reencontro do povo com a escola
de samba. A pessoa que não tem dinheiro para comprar ingresso do
desfile ia ver sua escola. A Beija-Flor, como escola de samba, não
sofre tanto porque ela ensaia em sua quadra. Se não for a única, é
uma das poucas escolas que ensaiam verdadeiramente. Para o povo
eu acho de uma infelicidade, uma falta de sensibilidade gigantesca, é
negar o povo uma das maiores paixões – afirmou o carnavalesco,
que negou o enredo ter semelhança com o da Mangueira.
– Não tem nada a ver com a Mangueira. A Verde e Rosa resgata o
carnaval de rua, irreverente. A gente faz uma crítica social nacional,
o nosso olhar é para o Brasil, sobre os filhos abandonados dessa
pátria – explica.

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