O fotógrafo do Carnaval carioca.
Nelsinho Sennas David entrega o troféu "Sambista'
ao fotógrafo Henrique Matos
Henrique é saudado por Gabriel Abrahão David
Laíla, diretor de Carnaval, Henrique, Marcelo Guimarães e
Benildo Mendes, também laureado com o troféu "Sambista"
Instituído pela diretoria de Carnaval, em nome dos integrantes das alas da Beija-Flor de Nilópolis, o troféu "O Sambista" foi entregue ao fotografo Henrique Matos em noite de muito samba e alegria. Economista e Matemático, por formação, Henrique converteu os números de seus conhecimentos acadêmicos em cliques fotográficos, durante seus 15 anos dedicados a registrar os atos e fatos que movimentam o mundo do samba e do Carnaval do Rio de Janeiro. São mais de 150 mil fotografias documentado os eventos que culminam com o maior espetáculo de cultura popular da Terra.
Atuando como fotógrafo da Liga Independente das Escolas de Samba (Liesa), seja para a revista Ensaio Geral, seja para o Acervo do Carnaval, criado pelo doutor 'honoris causa' Hiram Araújo, Henrique também colabora, emprestando seu precioso trabalho, às escolas de samba e suas publicações (como o fez para a revista O Beija-Flor).
A dificuldade de trabalhar e desfilar, não impediu que ele atravessasse, diversas vezes, a Passarela do Samba Professor Darcy Ribeiro, integrando o contingente de escolas diferentes. Mas ele se declara Mangueirense de coração, na qual desfilou duas vezes. Sua última 'performance' na avenida como folião, fantasiado de gari, foi desfilando pela Beija-Flor de Nilópolis, no consagrado enredo "Ratos e Urubus" (1989).
- Desde então nunca mais, lamenta Henrique, contentando-se por outro lado com o "trabalho que aumentou muito". E acrescenta "ficou muito complicado desfilar e trabalhar ao mesmo tempo".



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